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CAIXA empresta R$ 28,29 bilhões até o início de junho e bate novo recorde em crédito habitacional Imprimir E-mail

A Caixa Econômica Federal encerrou neste domingo (13), em Belo Horizonte (MG), a sexta edição do Feirão CAIXA da Casa Própria. Desde a abertura, em 07 de maio, o evento passou por treze cidades brasileiras, recebeu 576.194 visitantes e, somados os contratos já assinados no local e os encaminhados para as agências, inclusive pelos parceiros, o total chegou a 93.560 negócios, movimentando um volume de recursos de R$ 8,4 bilhões.  Os números confirmaram a expectativa do banco de superar as edições anteriores e representam um aumento de 70% em comparação ao volume movimentado nos eventos do ano passado, quando foram assinados ou encaminhados para agências aproximadamente 67.100 contratos, equivalente a R$ 5 bilhões.

Até junho (posição do dia 11), a CAIXA bateu novo recorde em contratação habitacional. Foram emprestados R$ 28,29 bilhões,  com a assinatura de  472.823 financiamentos imobiliários. O montante é 113,5% maior do que o financiado no mesmo período do ano anterior (R$ 13,25 bilhões). Em quantidade, o salto é de 68,7% (acréscimo de 192.649 financiamentos).

“Estamos otimistas quanto à superação da marca de R$ 55 bilhões até o final do ano. Com os negócios do feirão, a previsão é de chegarmos a R$ 60 bi em 2010”, afirma o vice-presidente de Governo do banco, Jorge Hereda.

O Programa Minha Casa Minha Vida ganhou destaque nesta edição. Foram oferecidos 200 mil imóveis para famílias com renda superior a três salários mínimos, cerca de  44,4% do total de unidades habitacionais disponíveis para o evento. Para o cumprimento da meta do programa do governo federal, o banco registra até o momento 914.901 propostas de empreendimentos habitacionais, incluindo 524.512 propostas de empreendimentos destinados ao público de menor renda. Até 11 de junho, foram assinados 479.939 contratos, num montante de R$ 30,5 bilhões em investimento.

O Feirão CAIXA da Casa Própria reúne num único espaço todos os agentes da cadeia da habitação como construtoras, corretores, cartórios e técnicos da CAIXA, responsáveis por analisar e liberar os financiamentos. Nesta edição, o evento passou por treze cidades brasileiras e contou com 693 construtoras e 602 imobiliárias, além de parceiros como cartórios e prefeituras, entre outros.

 Atendimento no Feirão CAIXA da Casa Própria

Nos feirões da casa própria, os interessados na compra de uma moradia podem encontrar oportunidades de negócios para a aquisição de imóveis na planta, novos e usados com financiamento de até 100% do valor do imóvel. Cerca de seis mil empregados da CAIXA, especialistas em habitação, estiveram prestando atendimento, a cada dia, nas agências do banco instaladas em cada feirão.

Além dos feirões, os interessados puderam obter informações em todas as agências da CAIXA e pela Central de Telemarketing da CAIXA, telefone 0800-726-0101, no ar 24 horas. Para quem tem acesso à internet, o banco disponibilizou o sítio www.feirao.caixa.gov.br.

A sexta edição do Feirão da Casa Própria foi a primeira a contar com cobertura ao vivo pela internet. Os feirões contaram com informações transmitidas em tempo real via twitter e blog por meio de posts em textos, fotos e vídeos.

No twitter, o internauta pôde obter um panorama completo do evento antes mesmo de visitá-lo. Foram centenas de informações atualizadas minuto a minuto: como chegar ao evento, a localização dos estandes, quantos negócios fechados e quantidade de visitantes.

Feirão continua nas agências 

Para quem deseja financiar a casa própria e não pode estar presente ao Feirão da cidade onde mora, ainda há tempo. O banco continua oferecendo nas agências as mesmas condições de financiamento do Feirão.

As linhas de financiamento para a casa própria da CAIXA atendem a todas as faixas de renda familiar, possuem prazo de pagamento de até 30 anos e prestações decrescentes. Os juros são a partir de 4,5% ano, mais TR, para imóveis do PMCMV e variam de 4,5% a 13% ao ano, mais TR, nos casos de utilização de recursos FGTS e SBPE.  Basta apresentar documentos como RG, CPF e comprovantes de renda (três últimos contracheques ou seis últimos extratos bancários, para o caso de renda informal). 

Simulador

Outra opção na internet é o simulador habitacional, disponível no portal do banco (www.caixa.gov.br), onde é possível calcular e visualizar vários cenários e valores e ainda escolher a opção que mais se encaixe no rendimento familiar.

Em maio de 2010, o banco registrou 20,1 milhões de simulações de financiamentos habitacionais. Este foi o segundo maior desempenho desde o lançamento do simulador, que se deu em julho de 2008, ficando atrás apenas de maio de 2009, auge do lançamento do MCMV, quando foram registradas 24 milhões de simulações.

Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
Regional Grande Porto Alegre e Litoral Norte

BC estima adaptação fácil de equipamentos bancários na leitura das novas cédulas de real

Brasília - A nova cédula de R$ 100 apresentada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique MeirellesBrasília - A adaptação dos equipamentos bancários para leitura das novas cédulas de real, com tamanho diferenciado em função do valor, será rápida e não resultará em problemas para as instituições. A afirmação é do diretor de Administração do Banco Central (BC), Anthero Meirelles.Hoje (3), foram lançadas as novas cédulas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo presidente do BC, Henrique Meirelles. “Só será necessária a troca dos cassetes dos caixas [eletrônicos], para adaptá-los [às novas dimensões]”, estimou Anthero.

As notas de R$ 50 e de R$ 100 começarão a circular já no primeiro semestre de 2010, enquanto as de R$ 10 e de R$ 20 deverão ter a circulação iniciada a partir de 2011, e as de R$ 2 e de R$ 5 em 2012. O presidente da Casa da Moeda do Brasil, Luiz Felipe Denucci, disse, durante o lançamento das cédulas, que terá condições de começar a formar estoque para o BC em abril.

“Foram investidos R$ 400 milhões na modernização do parque da Casa da Moeda”, informou Denucci. Segundo ele, o custo do milheiro para a fabricação da nova cédula será próximo a R$ 200, valor de 25% a 28% maior do que o pago para a confecção das cédulas anteriores (cerca de R$ 168). A expectativa dos técnicos do BC é de que as novas cédulas tenham 30% a mais de vida útil que as antigas.

O prejuízo que o país tem com a falsificação de cédulas chegou a R$ 23 milhões em 2009. No ano anterior, foi de R$ 28 milhões. “Há cerca de 143 notas falsificadas por milhão em circulação. Antes, eram 200 por milhão”, disse Anthero. Com os itens de segurança adotados – que incluem tintas magnéticas e tintas oticamente variáveis, com elementos visíveis apenas sob lâmpadas especiais – o BC espera reduzir o índice de falsificação.

No Brasil, circulam atualmente 4,2 bilhões de cédulas, o que corresponde, em termos financeiros, a R$ 115 bilhões.

Fonte: Agência Brasil