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Público de Viamão recebe a ópera cômica La Serva Padrona Imprimir E-mail

Mais de 8.000 espectadores já aplaudiram a Orquestra de Câmara Fundarte nas 25 récitas da ópera cômica La Serva Padrona,  de Giovanni Pergolesi (1710-1736),  desde a estreia  realizada no Theatro Sete de Abril de Pelotas,   em julho de 2008. De lá para cá,  a  Orquestra já percorreu várias regiões do Estado para apresentar a ópera em 22 cidades, sendo que em Caxias do Sul e em Porto Alegre foi apresentada em duas ocasiões distintas.  Santa Cruz do Sul,  Santa Maria, Montenegro, Porto Alegre, Caxias do Sul, Campo Bom, Uruguaiana, Quarai, Livramento, Bagé,  Vacaria,   Santo Ângelo, Ijuí , Panambi, Santa Rosa, Bento Gonçalves,  São Sebastião do Caí, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Marau, Passo Fundo e Erechim são as cidades por onde a ópera já passou.

No próximo dia 11 de setembro, às 20 horas,  será a vez do público de Viamão aplaudir La Serva Padrona. Sob a batuta do maestro Antônio Borges–Cunha, 20 artistas estarão em cena para a apresentação,  que será realizada às 20 horas no Auditório do Colégio Stella Maris, localizado na Rua Mário Antunes da Veiga, 453, centro.

Ingresso: 1kg de alimento não-perecível

Duração: 60 minutos

Informações: www.fundarte.rs.gov.br

Telefone: XX (51) 3632.1879

Ópera cômica La Serva Padrona

Realizada pela Fundação Municipal de Artes de Montenegro-FUNDARTE, a montagem é assinada pela Orquestra de Câmara Fundarte e tem concepção e direção cênica de Jezebel De Carli.  No elenco estão a soprano Rosimari de Oliveira (Serpina),  o baixo Ricardo Barpp (Uberto) e o ator Juliano Rossi (Vespone). Participação especial do cravista Fernando Cordella.

La Serva Padrona  (A Criada Patroa)

Giovanni Pergolesi (1710-1736)Compositor prolífero de música de câmara, sacra e óperas sérias e cômicas, Pergolesi morreu aos 26 anos. La Serva Padrona é sua única ópera que permaneceu no repertório. Com libreto de G. A Federico, a ópera foi estreada em 28 de agosto de 1733 no Teatro S. Bartolomeo em Nápoles, servindo de intermezzo entre os três atos de uma ópera seria de Pergolesi, Il Prigioniero Superbo.

Personagens:

Uberto, patrão (baixo)Serpina, sua criada (soprano) Vespone,  outro criado  (papel mudo) La Serva Padrona é uma ópera cômica de pequenas dimensões, consistindo de duas partes, cada uma com uma ária para os dois personagens e um dueto.

Sinopse:

Ambientada num navio pirata, a obra apresenta estética diferenciada  e a maioria dos artistas da equipe de criação são professores da FUNDARTE/UERGS: concepção e  direção cênica  de Jezebel De Carli,  arte gráfica e cenário de Chico Machado,  figurinos, adereços e maquiagem de Fabrízio Rodrigues, adaptação do libreto para o português – Jezebel De Carli e Ricardo Barpp, fotos de Cláudio Etges  e iluminação de Fernando Ôchoa. “A ópera é a grande novidade, já que é a primeira vez que a orquestra apresenta uma ópera em seus concertos pelo Interior”, diz o maestro Borges-Cunha, regente titular e diretor artístico da Orquestra de Câmara Fundarte.   Um navio pirata navega quase sem rumo pelos sete mares. A bordo, Uberto, capitão da embarcação,  vive na companhia de seus dois criados: Vespone, fiel e ágil pirata e Serpina, a jovem órfã que Uberto criou desde pequena. Serpina, no entanto, está decidida de que pode convencer seu Capitão a desposá-la. Usando de malícias e artimanhas, tenta seduzi-lo de todas as formas. Percebendo que Uberto resiste, escondendo, na verdade, seus sentimentos, Serpina usa uma última cartada. Traz ao navio o temido Capitão Tempesta, que se trata na verdade, do criado Vespone fantasiado. Desafiado pelo ciúme e pela raiva, Uberto, vencido, aceita o casamento e,  envolvido pelos carinhos de Serpina, confessa o seu amor.

Diferenciais estéticos

Para facilitar a comunicação com o público, mesmo aquele que não está acostumado à linguagem operística, e que segundo Borges-Cunha,   a  orquestra vem desempenhando desde a sua criação em 1996, levando a música para as diversas regiões do estado, a  montagem de La Serva Padrona foi adequada ao momento atual, portanto não se trata de uma tradução literal. A  reunião das linguagens cênica e musical, apresenta diferenciais estéticos relevantes como a integração da orquestra na cena e na ação dramática,  propiciando aos músicos e ao maestro também participarem como atores. Todos usam figurinos, adereços e maquiagem criados especialmente.Os recitativos são em português  e as áreas  cantadas em italiano, idioma original da ópera.   “O espetáculo oportuniza aos trabalhadores da indústria e público em geral a experiência  de assistir a uma ópera. Como é fundamental o entendimento do texto, então optamos por uma livre adaptação para os dias de hoje, considerando a integridade cômica da obra de Pergolesi” conclui o maestro.

 “O trabalho  foi feito de forma que a ação dramática seja valorizada através da performance dos atores,  da manipulação de boneco e formas animadas, além do recurso de projeção de slides para enriquecer as atmosferas”, diz Jezebel  De Carli. 

Composição da Orquestra de Câmara FUNDARTE

Direção Artística: Antônio Borges-CunhaDireção Executiva:Therezinha Petry CardonaRegente Titular: Antônio Borges-CunhaRegente convidado: João Paulo Sefrin

Assessoria de Imprensa e Mídia: Dinorah Araújo

Músicos

Violino I: João Campos Neto, Carlos Sell, Cristiano Pereira. Robert Cruz

Violino II: Gean Veiga, Helena Nunes, Heine Wentz, Jéferson Colling da Silva

Viola: Martinêz Nunes, Claudine Abreu , Rodrigo Ely

Violoncelo: Fábio Chagas, Douglas Dantas de Araújo, Thiago Kreutzer

Contrabaixo: Luciano Dalmolin

Arquivista: Fabiano Bonella

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