Home seta Colunistas seta Sebastiγo Ramos seta Instituiηυes em Crise: QUEM PODERΑ SALVΑ-LAS?
 
Imagens grossnews
Menu Principal
Home
Internacionais
Nacionais
Estaduais
Noticias Locais
Esportes
Seguranηa
Saϊde
Economia
Educaηγo
Turismo
Ciκncia
Horσscopo
Colunistas
Aniversariante
Cultura
Mϊsicos
Concursos
Entrevista
Carlos D'Lucka
Manoel Bagual
Fotos
Tempo
Opiniγo do leitor
Copa Fusca
Moto Clube
Eventos
Classificados
Eletrogar
Serviηos
Poesias
Recanto Gaϊcho
Videos
Links
Mapa do Site
Contato
Procurar
Newsletter






  A?n?u??Ÿ6??$/
 
Ϊltimas Notνcias
Destaques News
Instituiηυes em Crise: QUEM PODERΑ SALVΑ-LAS? Imprimir E-mail
Classificaηγo: / 0
FracoBom 

Imagem AtivaNão é mais novidade se ouvir pela grande mídia: “há fraudes no judiciário, a segurança virou um caos, a educação e a saúde estão na UTI, o meio ambiente está seriamente ameaçado, a política ficou reduzida a mero espetáculo e a religião deixou cair a sua máscara.” Contestatoriamente, não se pode duvidar que a descrição acima seja o retrato falado do que vivenciamos no Brasil e no Mundo. Os governantes e suas instituições cambaleantes tentam sarar, superficialmente, os quebrantados e desgraçados sociais com políticas compensatórias dando bolsa família e outros benefícios que não chegam sequer a suprir suas necessidades básicas ou matar a fome.

Ao longo dos anos, as crises vêm se intensificando em todas as esferas institucionais, mas, precisamente, nestes últimos dias, com o avanço da crise do capitalismo que fecha empresas e demite em massa. O que muitos esperavam ser apenas uma “marolinha” está se transformando em um tsunami. Com a perda de arrecadação para a união, estados e municípios, as obras de infra-estrutura e os serviços básicos para a população são afetados. Se a tendência de queda na receita continuar, alguns prefeitos já antecipam que medidas drásticas serão tomadas, como atrasar a folha de pagamento, demitir servidores e paralisar serviços públicos. O prefeito Zilmar Melo de uma cidade do Maranhão viveu o drama por falta de verbas. Funcionários públicos das secretarias de Educação e de Saúde e de prestadores de serviços que estavam com salários atrasados há três meses, invadiram a sua casa retirando móveis e eletrodomésticos, como televisores, e os incendiaram na via pública. Janelas e o forro da residência também foram danificados pela fúria dos manifestantes.

Outro fator que preocupa aos trabalhadores é o da Previdência Social. Os seus representantes costumam dizer que não se tem mais direito adquirido, e, sim, a mera expectativa do direito. Exemplo: um trabalhador que antes da reforma do governo Lula tinha planos para se aposentar, com o aumento de contribuição, aplicação do fator previdenciário e a idade, passou a ter apenas a expectativa do direito. E fiquem atentos porque outras reformas estão se projetando no Congresso Nacional.

 A que podemos comparar os problemas conjunturais do nosso tempo? Com os dias que antecederam a destruição da cidade de Jerusalém. Crises ininterruptas afloravam o país, impossibilitando aos políticos tocarem o barco da governabilidade. Certamente, a história de Jerusalém tem uma relação profética com os nossos dias. Havia corrupção, imoralidade, violência e fraudes religiosas. Os governantes perderam o controle total. Chegaram ao ponto de oferecer cargos no executivo para pessoas sem qualificações para governar. Acompanhe em sua Bíblia o relato de Isaias 3: 6, 7: “Naquele dia, um homem agarrará um de seus parentes e lhe dirá: “Você ainda pelo menos tem uma roupa decente. Então venha ser o nosso rei e governe este montão de ruínas!” Mas a resposta será: “Eu não sou curador de feridas. Não tenho nem comida nem roupa na minha casa. Você não vai me fazer virá ditador do nosso povo!” .J

á pensou não haver quem assuma a proeminência de um cargo tão cobiçado?! Hoje também se rejeitam cargos públicos, especificamente nos setores em que funcionários lidam diretamente com a população. Médicos da perícia do INSS têm renunciado a seus postos com medo da violência dos próprios segurados que os agridem quando a sua aposentadoria é renegada. Que dizer de cargos de direção de hospitais vinculados a universidades federais? Com o escasseamento de verbas, não está tão fácil encontrar alguém para concorrer a uma vaga. Na área da política, é elogiável que a ex-prefeita e ex-deputada federal Maria Luiza Fontenele e a ex-vereadora Rosa da Fonseca tenham deixado de pleitear cargos no legislativo e executivo, por compreenderem que a política é a administração desse sistema falido. Neste tempo de adversidades econômicas, as pessoas de bom senso recusam assumir a liderança. Porém, inebriados pelo poder, os ingênuos, os infantis, os imaturos e os fracos aventurar-se-ão a governar. Jeremias, um dos profetas de Deus, incubiu-se de uma missão - percorrer Jerusalém de ponta a ponta para ver se encontrava um homem honesto, e, se encontrasse, não destruiria a cidade. Pasmem leitores, não encontrou. Vivendo numa sociedade em que a corrupção se alastra em todas as suas esferas, desde o homem honrado ao de pouca estima, o governante, o juiz, o profeta, o policial, o conselheiro, as instituições tornam-se inadministráveis.O historiador Judeu Josefo, (aristocrata sacerdotal), que viveu nos dias turbulentos de Jerusalém descreveu fatos horripilantes. Em meio a uma guerra civil, as condições de vida se deploravam continuamente, e as pessoas lutavam entre si por comida no meio de empilhas de cadáveres. Mães, que antes eram amorosas com seus filhinhos, matavam-nos para se alimentar. Se, porventura, alguém escapasse de morrer de fome, dificilmente escaparia das pestilências ou da espada. Não resta dúvida de que se cumpria fielmente a profecia de Cristo.

Ardilosamente, as autoridades procuram remediar os males da humanidade com falsas promessas, prometendo saúde, educação, emprego, justiça e paz, porém, detectamos um sistema caminhando para a barbárie, o desgoverno e o caos. Não foi por acaso que um representante do Fórum Social Econômico Mundial proclamou: “A cada dia os problemas do mundo aumentam sem parar, mas o tempo para resolvê-los diminui”. O acréscimo de problemas que surge dia-a-dia, é uma prova incontestável de que vivemos nas proximidades do fim deste sistema opressor. Isso me faz lembrar a estátua que o rei Nabucodonosor viu no sonho profético – uma mistura de ouro, prata, bronze, mas seus pés e os dedos dos pés eram parcialmente de ferro com barro. As grandes empresas, tentando se esquivar da crise fundem-se com o objetivo de ressuscitar a estátua. No entanto, os perspicazes, têm a percepção de que A ESTÁTUA ESTÁ MORTA! - o sistema como um todo.

Uma pergunta: Estamos preparados para uma possível mudança no cenário mundial? Para isso, precisamos exercer fé em Deus e em Cristo, se possível, fora de fetiches e dos limites da religião. O maior ato de adoração que devemos ofertar a Deus, conforme a carta do discípulo Tiago, é assistirmos os necessitados e nos guardar da corrupção do mundo. Cristo quando retornar, dirá aos que estiverem a sua direita: “Vinde, vós os que tendes sido abençoados por meu Pai... Pois tive fome e me destes de comer; com sede e me destes de beber, era hóspede e me recebeste; nu e me vestiste, doente e me visitaste...” Portanto, se acolhermos amorosamente o nosso próximo, seria como se estivéssemos acolhendo o próprio Cristo. Mateus 25: 24 - 40

 Sebastião Ramos, funcionário público federal, e-mail: Este endereηo de e-mail estα protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terα de estar activado para poder visualizar o endereηo de email

 
< Anterior   Prσximo >